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Atendimento por IA no WhatsApp para autopeças

Em autopeças o atendimento ruim não é o lento. É o que vende a peça errada. O cliente recebe, não encaixa, volta, troca, reclama, e a loja paga o frete duas vezes para descobrir que faltou perguntar a versão do motor.

O ShiftCloser atende no WhatsApp da sua loja com uma regra acima de todas as outras: ele não diz que serve sem ter conferido.

Saber se encaixa é o trabalho todo

Antes de oferecer qualquer item, o assistente precisa do modelo, do ano e da versão do carro, cruzados com a aplicação cadastrada no seu catálogo. Enquanto faltar um desses, ele pergunta. Não chuta, não diz "esse costuma servir", não empurra o mais parecido para adiantar a conversa.

O "não temos" que custa caro

O cliente escreve "tenho uma BMW 2017". Um atendimento apressado conclui que não tem a peça e encerra ali. Só que o cliente não terminou de falar: faltou o modelo. O assistente pergunta em vez de fechar a porta, e só depois de ter os três dados é que "não temos" vira uma frase possível.

"A gente perdia venda por demorar pra responder 'serve no meu carro?'. Hoje o assistente responde na hora, confirma a compatibilidade e ainda mostra a foto da peça instalada. O cliente chega pro nosso time já decidido."

Loja de multimídia e acessórios premium, São Paulo (SP)

Quando o cliente manda foto

Ele enxerga a imagem, seja a peça na mão, o painel do carro ou o encaixe velho. Isso ajuda a entender do que o cliente está falando e a fazer a pergunta certa em vez de pedir para ele descrever com palavras algo que ele não sabe nomear. A conferência do que realmente serve continua vindo do modelo, ano e versão.

O ano que fica na virada

Quem trabalha com peça conhece: o ano-modelo cai bem na troca de geração e a peça muda. A saída comum é perguntar ao cliente qual geração é a dele, e quase ninguém sabe responder. A conversa trava ali e o cliente vai procurar em outro lugar.

O assistente resolve diferente. Ele apresenta a opção mais provável e confirma no meio da conversa. Se precisar mesmo de certeza, pede alguma coisa que o cliente consegue dar, como uma foto do encaixe atual.

O que ele não faz

  • Não diz que serve sem ter modelo, ano e versão conferidos com o seu catálogo. É o que evita a troca e o frete pago duas vezes.
  • Não dá "não temos" antes de o cliente terminar de falar.
  • Não empurra o mais parecido só para fechar a venda.
  • Não inventa aplicação nem característica que não está no cadastro da peça.
  • Não pede que o cliente descubra sozinho qual geração é o carro dele.
  • Não fica repetindo a mesma pergunta que já fez.

Quando a peça realmente não serve

Aí ele fala, e continua vendendo. Diz que aquele item não atende ao ano do cliente e apresenta o que você tem em estoque e encaixa. A conversa só vai para uma pessoa quando o cliente recusa as alternativas e continua querendo aquela peça específica. Um "não temos" seguido de silêncio perde o cliente. Um "essa não serve, mas essa aqui sim" mantém a venda viva.

Perguntas frequentes

Como o assistente sabe se a peça serve no carro do cliente?

Ele cruza o modelo, o ano e a versão do carro com a aplicação cadastrada no seu catálogo. Enquanto não tiver os três, não afirma que serve e pergunta o que falta.

E quando o cliente diz só a marca e o ano?

"Tenho uma BMW 2017" não é suficiente para conferir aplicação. Ele pergunta o modelo em vez de dizer que não tem a peça.

O cliente pode mandar foto da peça?

Pode. Ele enxerga a foto, entende do que se trata e usa isso para fazer a pergunta certa. A conferência continua vindo do modelo, ano e versão do carro.

E quando o ano do carro fica na virada entre duas gerações?

Ele apresenta a opção mais provável e confirma no meio da conversa. Nunca pede para o cliente dizer qual geração é a dele. Se precisar confirmar, pede uma foto do encaixe atual.

O que acontece quando a peça não serve naquele carro?

Ele diz que aquele item não atende ao ano do cliente e apresenta o que existe no seu catálogo e encaixa.

Peça uma demonstração com o seu catálogo de peças

Quem responde do outro lado do WhatsApp é o próprio ShiftCloser, treinado para falar sobre ele mesmo. Você já sente ali o jeito da conversa, e a gente marca a demonstração conferindo aplicação no seu catálogo. Sem formulário.

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